Infográfico Estadão
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‘Estadão’ tem melhor desempenho nas redes

Jornal tem a maior taxa de engajamento do País, segundo estudo da Torabit

Claudia Tozetto, O Estado de S.Paulo

29 Fevereiro 2016 | 06h00

O “Estado de S. Paulo” é o veículo de comunicação com maior taxa de engajamento do Brasil nas redes sociais – métrica adotada como padrão no mercado para medir o sucesso de uma marca nesse ambiente. Segundo estudo desenvolvido pela plataforma de monitoramento digital Torabit, o jornal apresentou taxa de engajamento média de 2,43%, impulsionada pela quantidade de interações com seguidores no Facebook e no Instagram. O “Estadão” é o primeiro do ranking, seguido pelos jornais O Globo e Zero Hora (veja lista completa no quadro acima).

A taxa de engajamento é calculada com base no número de ações dos usuários para interagir com marcas nas redes sociais. No caso do Facebook, por exemplo, a plataforma contabiliza curtidas, comentários e compartilhamentos relacionados à marca.

“O Estadão foi particularmente bem no Instagram em janeiro, o que puxou a média para cima”, diz o cofundador da Torabit e professor da pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Caio Túlio Costa. “A taxa de engajamento mostra quão ligados são veículo e leitor.”

O algoritmo da Torabit faz uma varredura na web e soma o número de ações em determinada rede, multiplica este número por 100 e divide o resultado pelo total de seguidores ao fim do mês. O resultado final, expresso em porcentagem, indica a taxa de engajamento do veículo na determinada rede social. O resultado médio, usado para compor o ranking, é obtido pela soma da taxa de engajamento nas principais redes – Facebook, Twitter e Instagram – dividida por três.

Seguidores. Embora seja o veículo com maior taxa de engajamento, o Estadão ficou em quarto lugar em número de seguidores nas três redes sociais. No total, mais de 7 milhões de pessoas seguiam o jornal nas redes sociais no fim de janeiro – o portal R7 ficou na liderança do ranking de seguidores no período considerado pela Torabit, com 16,5 milhões de pessoas.

Para Costa, cada métrica analisada no estudo é igualmente importante. “Quanto mais seguidores, mais audiência, mais capacidade de informar, de formar opinião e de ter respeito midiático”, diz o cofundador da Torabit. “Mas de nada adianta ter muitos seguidores sem ter uma relação permanente de conversa, diálogo e de engajamento desse leitorado.”

A partir de agora, a Torabit planeja divulgar o estudo de forma sistemática, o que vai permitir acompanhar a evolução da presença dos veículos de comunicação nas redes sociais mês a mês. No futuro, outras redes sociais serão incorporadas ao estudo, como Google+, a rede social profissional LinkedIn e outros aplicativos de compartilhamento de fotos e vídeos. “O Snapchat está encontrando ressonância entre os mais jovens”, diz Costa. “É uma rede que mais cedo ou mais tarde os veículos vão ter que usar para falar com este público.”

Monitoramento. A plataforma Torabit estreou no mercado brasileiro em novembro de 2015. A empresa foi fundada por Costa e outros dois sócios: o engenheiro Daniel Amaral e a coordenadora de mídias sociais Stephanie Jorge. A companhia presta serviços para empresas interessadas em monitorar sua presença digital. “Fazemos análises sobre o que está acontecendo com as marcas nas redes, mas também fazemos mobilizações nas redes a pedido dos clientes”, explica Costa.

Não é a primeira vez que a companhia divulga dados sobre a presença de veículos de comunicação nas redes sociais. O primeiro levantamento aconteceu em novembro do ano passado. Na ocasião, o Estadão também se destacou pela quantidade de conteúdos publicados e taxa de engajamento no Instagram.

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