Estadão Infográficos
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‘Estadão.com’ traz conteúdo do ‘NYT’

Acordo de exclusividade nacional amplia oferta de jornalismo de qualidade para os leitores do jornal brasileiro no ambiente digital

O Estado de S. Paulo

08 de abril de 2017 | 16h00

O Estadão passa a publicar com exclusividade no Brasil o New York Times International Weekly, a partir deste domingo. O acordo reforça o compromisso das marcas com a excelência em jornalismo.

Num mundo com uma quantidade exponencial de informações – muitas inverídicas –, o Estadão investe em trazer conteúdo com credibilidade e profundidade em todas as plataformas. Serão publicadas cerca de 30 reportagens por semana, produzidas por repórteres espalhados por todo o mundo, além de vídeos e galerias de fotos, no site do Estadão. Os leitores poderão ver os destaques na página inicial do portal ou navegar pelo conteúdo de todas as editorias neste link

“Esse acordo com o New York Times é mais um passo importante na estratégia do Estadão de fortalecer suas plataformas digitais com inovação permanente e acréscimo de conteúdos exclusivos”, diz João Caminoto, diretor de jornalismo do Grupo Estado.

“A edição digital do The New York Times International Weekly é uma excelente oportunidade para expandir a missão e o alcance digital do The New York Times”, diz Michael Greenspon, diretor-geral de News Service e Print Innovation no The New York Times. “Estamos animados para trazer um maior reconhecimento do jornalismo do New York Times para um público brasileiro qualificado e curioso através do aprofundamento do nosso relacionamento com o Estadão.”

Conteúdo. A curadoria do New York Times International Weekly, distribuído em 20 jornais de 16 países ao redor do mundo, atende a uma audiência qualificada, chegando a mais de cinco milhões de leitores a cada semana.

As reportagens trarão ao leitor um olhar original e analítico sobre lugares tão diferentes como o interior da Austrália, a capital do Paquistão ou as Ilhas Fiji. Sobre setores tão diversos como negócios, geopolítica, saúde, artes e estilo de vida. E sobre personagens tão distintos como um homem de gelo, um paciente com câncer ou um político brasileiro.

Com o novo acordo, o Estadão convida os leitores a sair de suas “bolhas informativas”, criadas por algoritmos que dominam a navegação na internet. Se, no Facebook, o leitor muitas vezes só encontra aquilo que já sabe, e com o que concorda, em estadao.com.br é convidado a ampliar seus horizontes. A ter uma nova perspectiva sobre o Brasil e o mundo.

Os leitores descobrirão, por exemplo, que, enquanto o governo brasileiro se vê às voltas para apagar as manchas na reputação da carne brasileira no mercado externo, um governante indiano cede à pressão religiosa para fechar plantas de carne no maior Estado produtor. A Índia é hoje o maior exportador mundial do produto.

Também ficarão sabendo que, no momento em que as brasileiras se unem contra o assédio sexual, as norueguesas conquistam a última fronteira da cultura masculina, a caça. E serão informados de que os cientistas tentam avaliar a eficácia de tratamentos mais curtos contra o câncer.

Histórico. O relacionamento entre Estadão e The New York Times vem desde a década de 1960. A primeira reportagem creditada ao jornal americano apareceu nas páginas brasileiras em 24 de março de 1968. A partir de 1970, a parceria se estreitou e, em 1992, a Agência Estado, do Grupo Estado, lançou um boletim via fax com uma sinopse do NYT, antecipando conteúdo que costumava chegar um dia depois aos leitores brasileiros. Em 2002, os dois jornais publicaram, juntos, uma edição especial de 11 páginas no 1.º aniversário dos atentados terroristas de 11 de setembro.

The New York Times tem mais de 1,5 milhão de assinantes online e está entre as maiores audiências de sites jornalísticos do mundo. O Estadão é o jornal mais antigo em atividade no Brasil, e foi considerado o jornal mais admirado do País em 14 das 17 edições da pesquisa Meio & Mensagem.

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