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Estado quer atrair Johnson&Johnson

O governador do Acre, Tião Viana, e assessores se reuniram ontem com parte da diretoria da Johnson&Johnson. Na mesa de negociações, a possibilidade de instalação da empresa na Zona de Processamento de Exportação (ZPE). O encontro foi realizado em São Paulo, na sede da empresa.

ITAAN ARRUDA / RIO BRANCO , ESPECIAL PARA O ESTADO, O Estado de S.Paulo

21 de março de 2012 | 03h06

A ZPE acreana teve criação formalizada na quinta-feira por meio de um decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff e pelo ministro de Desenvolvimento, Fernando Pimentel. O decreto foi publicado no Diário Oficial da União.

A possibilidade de instalação de uma grande empresa na ZPE do Acre tem exigido discrição dos assessores. "Essa será apenas uma conversa com a diretoria da empresa", afirmou o secretário de Desenvolvimento Florestal, da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis, Edvaldo Magalhães. "Não podemos falar sobre nenhuma decisão da empresa." Magalhães não confirma a informação de que a Johnson&Johnson deve transferir para o Brasil a fábrica instalada na Venezuela.

Pronta para operar. A superintendência regional da Receita Federal em Belém deve concluir o relatório técnico que comprova que o governo do Acre atendeu às exigências legais para o início dos trabalhos da ZPE.

O alfandegamento sendo formalizado pela Receita em Belém libera a ZPE acreana para entrar em operação. O governo do Acre já recebeu 32 cartas de intenção de empresas querendo se instalar na ZPE. Dessas, 12 iniciaram a elaboração dos planos de negócios, mas somente 7 devem entregar formalmente todos os documentos necessários.

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