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Estaleiro da EBX deve começar a operar no segundo semestre

Já o terminal marítimo de minério de ferro está previsto para entrar em funcionamento no 2º semestre de 2013

SÃO JOÃO DA BARRA , O Estado de S.Paulo

27 de abril de 2012 | 03h05

Batizado de Superporto do Açu pelo grupo EBX, o complexo portuário-industrial que está sendo construído à beira do Oceano Atlântico em um dos trechos mais pobres do Estado do Rio, o Norte Fluminense, ajudará a "eliminar gargalos logísticos e impulsionar o desenvolvimento do País", disse Eike Batista.

O primeiro empreendimento a funcionar deverá ser o estaleiro, no segundo semestre deste ano. O terminal marítimo de minério de ferro deverá entrar em operação em 2013, no segundo semestre.

O projeto prevê ainda a implantação de siderúrgicas, indústrias metal-mecânicas e até refinarias de petróleo e gás, além de áreas para tancagem e estoque de material pesado.

Quando pronto, o Superporto do Açu terá capacidade para movimentar até 350 milhões de toneladas de carga por ano, o que o tornará um dos três maiores portos em todo o mundo.

Terminais. Dilma Rousseff visitou ontem as obras dos dois terminais. O TX1, com três quilômetros de extensão mar adentro, será especializado em atividades offshore (minério de ferro e petróleo). O TX2, onshore, receberá embarcações próprias para o transporte de granéis sólidos e líquidos, produtos siderúrgicos, carvão, ferro gusa, escória e grantio.

O complexo industrial na área contígua (de 90 quilômetros quadrados) ao superporto terá capacidade para atrair investimentos calculados hoje em US$ 40 bilhões. A LLX, empresa do grupo EBX, informa já ter investido R$ 2,4 bilhões de um total de R$ 3,8 bilhões previstos para a obra, onde trabalham 5.000 profissionais. O superporto deverá gerar 50 mil empregos.

Foxconn. Em entrevista a jornalistas, Eike Batista informou ainda que a Foxconn pretende investir, em parceria com o grupo EBX, um total de US$ 1 bilhão em uma fábrica de baterias para carros, painéis solares e postes movidos a energia solar no Porto do Açu.

Eike Batista contou inclusive que há executivos da Foxconn trabalhando no projeto dentro da EBX. / G.G. e S.T.

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