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Estatal tenta se antecipar à perda de receita com tarifas de energia

Preocupada com a indefinição do governo em relação às concessões que vencem a partir de 2015, a Eletrobrás já começa a traçar cenários de possíveis perdas de receita, antecipando-se ao problema. "Estamos fazendo todas as análises de cenário para verificar o impacto dessa questão para a Eletrobrás", disse ao Estado o presidente da estatal, José da Costa Carvalho Neto. As empresas do grupo mais afetadas são Chesf e Furnas, que têm boa parte das concessões de geração vencendo a partir de 2015.

Karla Mendes, O Estado de S.Paulo

21 de maio de 2011 | 00h00

O governo ainda não decidiu, segundo o executivo, se renovará automaticamente as concessões ou se fará novo leilão. Em quatro anos, 20% do parque gerador de energia do Brasil, cerca de 70 mil quilômetros de linhas de transmissão e 33% dos contratos de distribuidoras terão seus contratos encerrados. Carvalho Neto acredita na renovação, porém em condições distintas, com a redução das tarifas de energia.

"Eu julgo que as concessões vão ser renovadas, pelo menos para aquelas concessionárias que estão prestando um bom serviço", afirmou, ressaltando que se trata de uma posição pessoal, e não uma definição do governo.

Caso sejam renovadas, completou, terão um preço em favor da modicidade tarifária, "como a presidente Dilma Rousseff já declarou", e cujo método ele considera justo. Hoje, o preço da energia das concessões gira em torno de R$ 75/MWh a R$ 80/MWh, e a expectativa do executivo é de que os novos valores sejam menores. / COLABOROU WELLINGTON BAHNEMANN

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