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Estilo 'design popular' surgiu durante crise

O domínio da Swatch na fabricação de relógios data do início dos anos 1980, quando Nicolas G. Hayek, pai do atual presidente executivo, foi encarregado por bancos de assumir o controle de duas companhias de relógios endividadas. Ele fundiu as companhias e transformou a empresa em uma plataforma de produção em massa de produtos que oferecem design a preços populares em relação à concorrência.

O Estado de S.Paulo

16 de dezembro de 2011 | 03h09

A fusão recebeu a bênção das autoridades e foi vista como uma tentativa de última hora para salvar um setor cuja força de trabalho havia encolhido em quase dois terços ao longo de 15 anos, atingindo 33 mil empregados em 1984.

A estratégia deu certo: menos de 30 anos depois, a Swatch tem presença e marca reconhecidas mundialmente, além de ter se tornado uma importante fornecedora de componentes. A receita da companhia chegou a 6,44 bilhões de francos suíços, ou cerca de US$ 6,95 bilhões. Isso faz dela, de longe, a maior fabricante de relógios do mundo.

Ao longo de 25 anos, o emprego cresceu para 49 mil postos de trabalho, e as companhias relojoeiras enfrentam agora o problema de recrutar pessoal qualificado para atender seus pedidos.

A indústria suíça está caminhando para ultrapassar o recorde de US$ 17 bilhões em relógios exportados atingido em 2008, segundo Jean-Daniel Pasche, presidente da Federação da Indústria Relojoeira Suíça.

O grupo inclui cerca de 500 empresas, variando da gigante Swatch a companhias pequenas especializadas que fabricam em torno de 100 relógios por ano, que são vendidos por até US$ 300 mil cada um.

Toda essa recuperação é creditada aos novos mercados. "Estamos felizmente vivendo uma situação em que a demanda, particularmente da Ásia, está crescendo mais rapidamente que a oferta", disse Pache. / NYT

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