Estímulo não é melhor resposta à crise, diz Weidmann

Jens Weidmann, presidente do banco central alemão (Bundesbank) e membro do conselho executivo do Banco Central Europeu (BCE), disse hoje que a Alemanha precisa compensar os cortes de impostos que pretende implementar, mas sugeriu que isso deve ser feito com cuidado.

ÁLVARO CAMPOS, Agencia Estado

19 de novembro de 2011 | 15h20

Tendo em vista a atual crise da dívida na zona do euro, obter confiança sobre as contas do governo deve ser a principal prioridade, disse ele, em entrevista para o programa de rádio Deutschland Radiokultur. Weidmann também afirmou que o governo alemão precisa manter suas metas de consolidação do orçamento, acrescentando que a implementação de programas de estímulo ou a redução das taxas de juros, por exemplo, não seriam as melhores respostas para combater a crise. As informações são da Dow Jones.

Tudo o que sabemos sobre:
crisezona do euroAlemanhaWeidmann

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.