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Estrangeiras fazem aquisições de olho nos genéricos

A "explosão" dos medicamentos genéricos e similares no Brasil pegou desprevenidas as companhias multinacionais, que se viram obrigadas a fazer aquisições para conter a expansão da concorrência local no setor. A primeira a se mover nesse sentido foi a francesa Sanofi-Aventis, que ficou com o laboratório brasileiro Medley por R$ 1,5 bilhão, em 2009 - o total pago representa algo raro no mundo das fusões e aquisições, já que era equivalente a mais de três vezes o faturamento da companhia, que havia ficado em R$ 468 milhões no ano anterior.

, O Estado de S.Paulo

31 de maio de 2011 | 00h00

Para justificar a compra - e o valor pago -, a Sanofi-Aventis justificou que a expectativa do crescimento do segmento de genéricos no País nos próximos anos era da ordem de 20%. Em 2010, foi a vez de outra gigante - a americana Pfizer - desembolsar R$ 400 milhões por participação de 40% na goiana Teuto, também de olho nos genéricos. O valor pago mais uma vez foi alto em comparação à receita da companhia, que ficou em R$ 280 milhões em 2009, ano anterior ao acerto do negócio. A partir de 2015, a Pfizer tem a opção de ficar com a totalidade da Teuto.

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