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Estratégia não ajuda a baixar preços cobrados nos aeroportos

Diretor da Infraero reconhece que valores cobrados são elevados e que política de licitações não fez preços recuarem

O Estado de S.Paulo

23 de abril de 2013 | 02h04

A estratégia da Infraero para renovar os espaços comerciais dos aeroportos pode beneficiar o consumidor, que passaria a ter acesso a um número maior de produtos. Mas não contribui para uma queda nos preços dos itens praticados nos terminais, que já é elevado.

Como saída para o viajante que quer pagar menos, a Infraero vai manter a política de licitar áreas para lanchonetes populares e vending machines nos aeroportos brasileiros. Nas cidades que receberão jogos da Copa do Mundo, todos os terminais controlados pela estatal terão essas estruturas até 2014.

O diretor comercial da Infraero, Geraldo Moreira Neves, reconhece que os preços cobrados nos aeroportos são elevados. "Quando lançamos as licitações das lanchonetes populares, estabelecemos preços para 15 produtos para ver se, ao menos nesses itens, as concorrentes baixariam os valores. Mas não baixaram", admite. "Realmente os preços são mais caros. Agora, pelo menos, vai existir opção."

Neves atribui parte dos valores mais altos dos produtos ao fato de que muitos dos aeroportos funcionam 24 horas por dia. "O custo é imenso", afirmou, citando como exemplo o pagamento de adicional noturno aos funcionários. /AW

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