Estudante pesquisa primórdios da língua portuguesa

Atuando como bolsista de iniciação científica, aluna estuda primeiras formalizações do idioma

O Estado de S.Paulo

30 de outubro de 2011 | 03h08

Prestes a obter bacharelado e licenciatura em letras com habilitação em linguística na Universidade de São Paulo (USP), a estudante Julia De Crudis, de 25 anos, tem clareza com relação ao futuro: "Quero dar aula e pretendo seguir carreira acadêmica", diz a jovem, que está no último semestre de faculdade.

Julia ingressou no curso em 2007 e, desde o primeiro ano, é bolsista de iniciação científica no Centro de Documentação em Historiografia da Linguística da USP (Cedoch). "Estudo as primeiras gramáticas da língua portuguesa, que são do século 16", conta. Esta é a terceira bolsa de iniciação da universitária na área.

A pesquisa individual de Julia integra o projeto Documenta, ligado ao Cedoch. O objetivo da iniciativa é elaborar um dicionário eletrônico de termos gramaticais da tradição ibero-americana dos séculos 16 ao 19. Depois do tupi, agora os pesquisadores voltam seus olhos ao português.

Atualmente, a aluna dedica cerca de 20h semanais à pesquisa e assiste às últimas disciplinas da licenciatura. "Gosto da língua como sistema."

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