EUA cobram mais ações dos mercados emergentes

Após ignorar os mercados emergentes no briefing inicial do G-20 na Austrália, o Secretário do Tesouro dos EUA, Jacob Lew, cobrou mais atitude das economias emergentes ao falar às margens de um encontro do Instituto Internacional de Finanças (IIF).

AE, Agencia Estado

21 de fevereiro de 2014 | 00h06

Lew afirmou que as economias emergentes precisam colocar "a casa em ordem" e tomar as decisões corretas com relação às suas próprias políticas. "Nós estamos vendo uma substancial diferenciação no mercado entre economias que tomaram essas decisões e as economias que não tomaram", afirmou, sem especificar.

O Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) decidiu no fim do ano passado dar início à redução gradual nas compras mensais de ativos, o que gerou instabilidade em alguns mercados emergentes. Lew reforçou que a prioridade dos EUA é fortalecer o crescimento econômico. "Se há mais demanda, isso ajudará os mercados emergentes", disse.

Ainda assim, Lew reconheceu que "sem dúvida haverá casos de economias que estão enfrentando desafios que não poderão resolver por conta própria". O Secretário do Tesouro dos EUA lembrou que para esses casos há instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) que poderão ajudar. Fonte: Market News International.

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