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EUA: Contratações continuam mornas

Com a lenta melhora na economia dos EUA, executivos de empresas de setores que vão de químicos a telecomunicações disseram estar começando a ficar mais otimistas com o crescimento, mas ainda se sentem cautelosos na hora de contratar. Algumas companhias estão encontrando caminhos para crescerem sem precisarem admitir mais funcionários.

Agencia Estado

20 de novembro de 2013 | 04h37

"Por causa do avanço das tecnologias e da melhora de produtividade, nós fomos capazes de expandir a produção sem contratar", disse o executivo chefe da fabricante de produtos químicos Rockwood Holdings, Seifi Ghasemi. "Essa é uma questão sobre a qual os conselhos discutem. É por isso que você vê recuperação sem empregos", explicou.

Ghasemi espera que a economia norte-americana vá voltar ao crescimento anual de 4% a 5%, mas até esse momento, acredita que as taxas de contratação vão continuar desaceleradas. "Quando você está buscando um crescimento de apenas 0,5%, você não precisa impulsionar tanto assim a sua capacidade", afirmou.

A SunGard Data Systems, empresa de serviços de tecnologia da Pensilvânia, tem contratado apenas para repor funcionários e tenta encontrar maneiras de melhorar a produtividade sem admitir mais pessoas, disse o CEO Russel Fradin. Jeffery Gardner, CEO da empresa de telecomunicações Windstream Holdings, também tem investido em tecnologia mais do que em contratações.

Frente ao declínio na venda de computadores, a Western Digital também parou de expadir suas instalações e mudou seu foco para a contratação de engenheiros especializados. A mesma coisa acontece com a IMAX, que investe em tecnologias para deixar mais produtivo o trabalho de seus empregados. "Todo o mundo está com medo de cometer um erro", comentou o CEO Richard Gelfond. Fonte: Dow Jones Newswires.

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