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EUA estudam mais ações para recuperação da economia

O secretário do Tesouro norte-americano, Timothy Geithner, disse nesta quinta-feira que o governo do presidente Barack Obama analisará mais ações para dar suporte à recuperação da economia, incluindo a ampliação de programa de bônus subsidiados.

DAVID LAWDER, REUTERS

20 de agosto de 2009 | 19h52

Questionado se os programas serão estendidos ou ampliados, Geithner afirmou que ainda "não tem ideia" disso.

"Há um conjunto de coisas para as quais vamos olhar", disse Geithner no canteiro de obras de uma nova escola cuja construção está sendo financiada pelo programa Qualified School Construction Bonds.

"O importante a considerar é que "(os bônus) estão realmente funcionando e as pessoas podem ver a diferença. Mas nós ainda não estamos no ponto em que precisamos fazer esse julgamento. Nós teremos um olhar cuidadoso sobre isso", acrescentou.

Um pacote federal de estímulo aprovado em fevereiro exigiu bilhões de dólares para subsidiar bônus estaduais e municipais. As autoridades esperam que o programa possa diminuir os custos de empréstimo, atrair investidores de volta para o mercado municipal de bônus e incentivar projetos públicos de construção.

Os subsídios governamentais para ativos populares devem acabar no final de 2010 e, embora as autoridades do Tesouro não tenham descartado a ampliação desses programas, há outras ideias sobre como impulsionar a economia.

As autoridades do governo Obama têm dito que considerarão modificações nos programas atuais, como garantir que os benefícios para quem está desempregado continuem e aumentar os empréstimos para pequenas empresas.

Os proprietários de casas desempregados que enfrentam execuções de hipotecas poderiam receber um salário para salvar suas moradias, considerando o plano, disse à Reuters em julho uma autoridade.

Outra ideia seria pequenas empresas receberem fundos de socorro inicialmente destinados a companhias de serviços financeiros que correm risco de falência.

Na quinta-feira, Geithner reiterou em comunicados que o governo continuará trabalhando para organizar a economia até que a recuperação esteja seguramente estabelecida.

"Alguns economistas estão dizendo que acabou --que a recessão ficou para trás", disse. "Mas o teste para nós vai ser: quando os norte-americanos estarão de volta ao trabalho, quando as pessoas ficarão confiantes o suficiente para gastar e quando as empresas estarão confiantes o suficiente para investir em novos projetos e em novas ideias? Isso vai levar tempo."

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