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EUA evitam acusar China de manipulação cambial

O governo norte-americano voltou a manifestar preocupação com o câmbio chinês, mas esquivou-se uma vez mais de acusar Pequim de manipulação cambial. Em contrapartida, em seu relatório semestral sobre câmbio, o Tesouro dos Estados Unidos recorreu a uma linguagem dura para criticar a política econômica da Alemanha.

AE, Agencia Estado

30 de outubro de 2013 | 20h33

"O ritmo anêmico do crescimento da demanda interna da Alemanha e sua dependência de exportações impediu o reequilíbrio em um momento no qual diversos outros países da zona do euro estiveram sob intensa pressão para inibir a demanda e comprimir as importações com o objetivo de promover um ajuste", diz o relatório do Tesouro dos EUA.

"O resultado disso tem sido uma tendência deflacionária para a zona do euro e para a economia mundial", prossegue o Tesouro.

A Embaixada da Alemanha em Washington não se pronunciou sobre o assunto.

Em relação à China, o Tesouro concluiu que o renminbi continua "significativamente subvalorizado", mas as ações das autoridades monetárias chinesas não cumprem os requisitos legais para que se possa acusá-las de manipulação do câmbio.

No relatório, o Tesouro informa ainda que o governo norte-americano pretende acompanhar com mais atenção as políticas cambiais do Japão e da China. Fontes: Dow Jones Newswires e Associated Press.

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