EUA não devem precisar elevar teto da dívida em 2012, diz funcionária do Tesouro

Estabilidade deve dar ao executivo e ao legislativo alguma margem de manobra para buscar solução para o problema depois das eleições presidenciais

Ricardo Gozzi, da Agência Estado,

26 de julho de 2012 | 17h13

WASHINGTON - O Congresso dos Estados Unidos provavelmente não precisará elevar este ano o teto de endividamento do governo federal, o que deve dar ao executivo e ao legislativo alguma margem de manobra para buscar uma solução para o problema depois das eleições presidenciais, marcadas para novembro. O comentário foi feito pela subsecretária de Finanças Internas do Tesouro dos EUA, Mary Miller.

"Como vocês sabem, há algumas ações extraordinárias às quais podem recorrer para conseguir um pouco mais de tempo antes de precisarmos elevar o teto da dívida", declarou ela durante uma conferência. "Acredito que dessa vez nós provavelmente poderemos entrar em 2013 sem que isso se torne algo que tenhamos de resolver ainda este ano", prosseguiu a subsecretária.

Ao longo dos últimos meses, o Departamento do Tesouro dos EUA vinha projetando que o teto de endividamento de US$ 16,39 trilhões do governo seria atingido em algum momento do quarto trimestre. De acordo com Mary Miller, a projeção ainda vigora, mas o governo teria ainda alguma margem de manobra antes de chegar ao ponto de um calote. As informações são da Dow Jones.

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