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EUA pressionam G-20 por uma declaração favorável a Doha

'Os Estados Unidos investiram sete anos de trabalho duro, o que deixa um acordo global ao nosso alcance'

DOUG PALMER, REUTERS

13 de novembro de 2008 | 18h34

O governo Bush está pressionando por uma declaração forte dos líderes globais no sábado que abra caminho para uma esperada consolidação das negociações comerciais até o fim do ano. "Os Estados Unidos investiram sete anos de trabalho duro, o que deixa um acordo global ao nosso alcance", disse Chris Padilla, subsecretário de comércio internacional dos EUA em um discurso nesta quinta-feira. Mas não haverá acordos na rodada de Doha a não ser que os grandes países em desenvolvimento, como China, Índia e Brasil estejam dispostos a abrirem seus mercados, disse Padilla. "Doha não é e não pode ser tratada como uma conferência de doadores. Índia, China e Brasil não são apenas economias emergentes, são parceiros comerciais emergentes que tem uma nova responsabilidade para o sucesso do sistema multilateral", disse Padilla. Washington sedia uma conferência de dois dias do G20 para discutir como lidar com a crise global financeira que afetou o crescimento econômico no mundo todo depois de se originar nos Estados Unidos. A reunião começa na sexta-feira. Líderes da Índia, China e Brasil, e de outros protagonistas da Rodada de Doha, como a União Européia, Japão e Austrália, estarão em Washington para a reunião.

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