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EUA seriam maiores afetados em uma crise, atesta UBS

Estudo do Banco UBS para a economia mundial indica que os efeitos de uma crise nos Estados Unidos seriam "muito concentrados na economia americana" e com efeito de apenas 0,1% sobre o desempenho da economia brasileira, disse hoje o economista-chefe do UBS Pactual para a América Latina, Eduardo Loyo, ex-diretor do Banco Central. Ele comentou que o estudo partia das hipóteses de uma queda sustentada das ações em 10%; uma queda dos preços dos imóveis nos Estados Unidos também de 10%; e uma alta de juros na economia americana de 100 pontos-base. Se tudo isso acontecesse, o impacto na economia americana seria de 0,5% a 1%, informou Loyo. "No que diz respeito à economia brasileira, não acho que esse efeito esteja equivocado", disse Loyo, referindo-se ao resultado de 0,1% de impacto no Brasil.

ADRIANA CHIARINI, Agencia Estado

24 de agosto de 2007 | 17h47

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