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EUA sinalizam retomada com pouco risco inflacionário

Os preços ao consumidor nos Estados Unidos subiram em setembro, o número de trabalhadores pedindo auxílio-desemprego teve o menor nível em nove meses na semana passada e a atividade de Nova York se recuperou neste mês, em novos sinais de que a economia está melhorando.

LUCIA MUTIKANI, REUTERS

15 de outubro de 2009 | 17h09

"Isso é favorável a uma recuperação em forma de 'V'. Também é favorável para quem diz que o estímulo (econômico do governo) está funcionando. Nós apenas temos de ser pacientes", afirmou Christopher Low, economista-chefe do FTN Financial em Nova York, disse sobre a série de dados desta quinta-feira.

Em um relatório que indica baixo risco inflacionário reduzida, mas também alguma redução na pressão de baixa sobre os preços, o Departamento de Trabalho informou que o índice de preços ao consumidor subiu 0,2 por cento no mês passado, correspondendo a expectativas, após alta de 0,4 por cento em agosto.

O departamento também informou que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram para 514 mil na semana passada, o que sugeriu alguma redução no ritmo de demissões. Economistas esperavam um ligeiro aumento.

Um relatório do Federal Reserve de Nova York mostrou que a atividade industrial no Estado de Nova York cresceu inesperadamente, atingindo o nível mais alto em cinco anos.

"Os números de hoje não mudam o argumento sobre riscos inflacionários do Fed. Eles não mostram deflação nem mostram pressões suficientes sobre a inflação para fazer os defensores de juros baixos admitirem um aumento em breve", disse Nigel Gault, economista-chefe no IHS Global Insight, em Lexington, Massachusetts.

Uma pesquisa da Reuters com economistas apontou que é provável que o Fed mantenha o juro próximo a zero pelo menos até a metade do ano que vem.

No mês passado, os preços ao consumidor foram restringidos por custos baixos de alimentos e habitação. Comparado com setembro do ano passado, os preços caíram 1,3 por cento.

Excluindo os preços de energia e de alimentos, o índice também subiu 0,2 por cento.

Mas um dado sobre a atividade industrial na região do Meio-Atlântico do país conteve o otimismo.

O índice caiu em outubro para 11,5, frente a 14,1 por cento em setembro. Economistas esperavam leitura de 12,0.

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