R$ 1,57 bi

E-Investidor: Tesouro Direto atrai mais jovens e bate recorde de captação

EUA vai injetar mais capital na GM e na Chrysler

O governo dos EUA deu poucos sinais sobre os planos de reestruturação da General Motors e da Chrysler, uma decisão que movimenta a luta das montadoras - e um pedaço gigante da economia americana - perto do colapso.

AE-DOW JONES, Agencia Estado

30 de março de 2009 | 02h57

Funcionários do governo disseram, em comunicado à imprensa antes da entrevista que será concedida pelo presidente Barack Obama nesta segunda-feira, que a Casa Branca dará as montadoras capital de giro suficiente para trabalhar com os acionistas a fim de adotar estratégias mais agressivas. O comunicado alertou, no entanto, que uma "rápida e cirúrgica" falência pode ser a melhor chance de sobrevivência para cada empresa.

No caso da GM, o governo vai fornecer capital de giro para 60 dias. Apesar de ter considerado o plano atual da empresa inviável, a Casa Branca manifestou confiança que a montadora pode sobreviver. Para ajudar a dar um novo impulso na GM, o governo pediu a demissão do chefe mundial da empresa, Rick Wagoner.

A visão da Casa Branca sobre a Chrysler foi mais dura: ela não acredita que a empresa é viável como uma entidade autônoma. O potencial acordo entre a Chrysler e a Fiat, no entanto, poderia proporcionar um "caminho para a viabilidade," disse o governo. A Chrysler ganhará capital de giro para 30 dias, período que a Casa Branca considera suficiente para a montadora completar o acordo com a Fiat.

Tudo o que sabemos sobre:
EUAAJUDAMONTADORAS

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.