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EUA vão revisar política de gratificação dos maiores bancos

BC norte-americano exige que bônus sejam atrelados a recompensas por desempenhos de longo prazo

Suzi Katzumata, da Agência Estado,

22 de outubro de 2009 | 16h03

Enquanto o Departamento do Tesouro se prepara para cortar as gratificações em algumas das instituições que mais receberam ajuda do governo federal, o Federal Reserve (o banco central norte-americano) está propondo aumentar a supervisão das práticas de incentivos com gratificações nos bancos americanos.

 

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O Fed "está trabalhando para assegurar que os pacotes de gratificações sejam apropriadamente atrelados a recompensas por desempenhos de longo prazo e não criem risco excessivo para a firma ou para o sistema financeiro", afirmou o presidente do Fed, Ben Bernanke.

 

Em sua proposta, o Fed não está sugerindo limitar os pagamentos ou proibir práticas particulares, dizendo que uma abordagem "um serve para todos" para a gratificação não seria apropriado. Ao contrário, o Fed planeja revisar as políticas de gratificação em 28 grandes bancos e em várias organizações bancárias regionais, comunitárias e outras para assegurar que a prática de incentivo com gratificação não estimule o risco excessivo.

 

"Para muitas organizações bancárias, o uso de uma abordagem simples, que segue uma fórmula, para tornar os incentivos de gratificação ao funcionário um acordo apropriado em relação ao risco provavelmente vai proporcionar pelo menos a alguns empregados incentivos para adoção de riscos excessivos", disse o Fed em um documento divulgado à imprensa.

 

As políticas vão se tornar parte de um processo de supervisão, disse o Fed, observando que as organizações grandes e complexas vão enfrentar revisões especiais "horizontais". Mas não está claro exatamente quando o Fed vai emitir a orientação final de sua proposta, mas espera-se um rápido andamento do processo.

 

O G-20, grupo de nações mais desenvolvidas e em desenvolvimento, em especial a França e a Alemanha, vem pressionando os países a limitar o pagamento dos executivos de bancos. As informações são da Dow Jones. 

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