finanças

E-Investidor: "Você não pode ser refém do seu salário, emprego ou empresa", diz Carol Paiffer

EUA vendem primeiro óleo ultraleve para a Ásia em 40 anos, dizem fontes

Os EUA suavizaram recentemente o bloqueio total às exportações de petróleo, instituídas na época do embargo árabe

REUTERS

24 de julho de 2014 | 12h33

A Coreia do Sul e o Japão compraram a primeira carga de condensado, ou petróleo ultraleve, dos Estados Unidos em 40 anos, depois que o país relaxou suas restrições às exportações de petróleo, disseram nesta quinta-feira fontes com conhecimento do assunto.

Os EUA suavizaram recentemente o bloqueio total às exportações de petróleo, instituídas na época do embargo árabe ao petróleo na década de 1970, e permitiram que petroleiros exportem um tipo de petróleo ultraleve que tenha sido minimamente refinado. As exportações de refinados como gasolina e diesel não sofrem restrições.

O relaxamento das proibições coincidem com a ampliação da produção de petróleo e gás de xisto no país.

"Não significa muito por si só, mas devido aos atuais eventos (instabilidade geopolítica no Oriente Médio e Leste Europeu), essa exportação assume uma importância política ou simbólica", disse o analista sênior de petróleo da FGE, Alex Yap.

A refinaria sul-coreana GS Caltex comprou uma carga de condensado para ser carregada no fim de julho, disseram três fontes da indústria que pediram para não serem identificadas.

A carga foi negociada pela trading japonesa Mitsui, que adquiriu o produtor da Enterprise Product Partners.

A GS Caltex não quis comentar o assunto.

A refinaria japonesa Cosmo Oil também comprou uma carga, de 300 mil barris de condensado, para carregamento em agosto, disse uma fonte da indústria.

(Por Florence Tan em Cingapura, Meeyoung Cho em Seul e Osamu Tsukimori em Tóquio)

Tudo o que sabemos sobre:
PETROLEOEUAEXPORTAASIA*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.