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Europa deve anunciar taxa sobre transações financeiras

Acusados de imobilismo diante da crise, os líderes políticos da União Europeia selaram um acordo e devem anunciar hoje, em Bruxelas, a criação de um imposto sobre transações financeiras no continente. A taxa, que entrará em vigor a partir de 2014, vai cobrar entre 0,01% e 0,1% por operação e pode representar um total de 30 bilhões de euros a 50 bilhões de euros por ano para os países-membros - o que seria uma forma de fazer os bancos pagarem pela crise.

AE, Agencia Estado

28 de setembro de 2011 | 07h03

A proposta tem origem em um pedido feito por carta aberta à Comissão Europeia, assinada pelos ministros de Finanças da França, François Baroin, e da Alemanha, Wolfgang Schäuble. Os detalhes da proposta só devem ser conhecidos amanhã, mas o mais provável é que as alíquotas se situem entre 0,1% para ações e 0,01% para produtos derivados. "Será uma taxa sobre as transações financeiras economicamente suportável e politicamente justa", afirmou o comissário europeu de mercados, Michel Barnier.

Há pelo menos três anos Alemanha e França debatem nos fóruns internacionais, como o G-20, a adoção de um imposto sobre transações financeiras. Cansados de esperar, o presidente Nicolas Sarkozy e a chanceler Angela Merkel fecharam acordo sobre o tema. O Reino Unido, contrário à medida, deve ficar de fora.

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