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Europa fará teste de estresse, mas não anunciará dados

Os órgãos reguladores europeus preparam-se para realizar uma segunda avaliação dos riscos que o sistema financeiro da região enfrentam e determinar se as instituições necessitam de mais capital para sobreviver em sua situação de crise econômica, disse a presidente do Comitê de Supervisão Bancária Europeu, Kerstin af Jochnick. Segundo ela, esta nova avaliação deve incluir testes de estresse - que examinam a capacidade de sobrevivência das instituições em diferentes graus de deterioração econômica - e outras técnicas de avaliação de risco.

CYNTHIA DECLOEDT, Agencia Estado

12 de maio de 2009 | 14h42

Mas, ao contrário do teste de estresse norte-americano, o resultado europeu não será divulgado ao público nem irá selecionar as instituições financeiras. De acordo com a presidente do comitê, os supervisores conduzirão os testes de estresse e oferecerão ferramentas para coordenar uma ação. A nova avaliação das instituições europeias deverá ser concluída em setembro deste ano, afirmou af Jochnick.

"Os testes de estresse são um dos instrumentos que utilizamos, mas é claro que há outros instrumentos em uso para avaliar o risco", observou. Ela disse ainda que o comitê pediu há vários meses aos supervisores para conduzirem a avaliação.

Hoje, o diretor europeu do Fundo Monetário Internacional (FMI), Marek Belka, disse que os governos europeus deveriam submeter os bancos a testes de estresse semelhantes ao aplicado aos bancos norte-americanos pelo governo dos Estados Unidos. "É preciso submeter os bancos a testes de estresse rígidos e forçá-los a reconhecer perdas e a se recapitalizarem quando necessário", afirmou Belka. As informações são da Dow Jones.

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