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Evans defende alta dos juros nos EUA só em 2016

A recente estimativa de seis meses após o fim do programa de estímulos para a alta dos juros nos EUA, feita pela presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Janet Yellen, significa que esse é o tempo mínimo para a alta dos juros, disse o presidente do Fed de Chicago, Charles Evans.

AE, Agencia Estado

28 de março de 2014 | 01h05

"Em termos de timing, certamente poderia ser seis meses. Eu acho que será ao menos seis meses", afirmou a repórteres às margens de uma conferência de investimentos do Credit Suisse, em Hong Kong. "Mais provavelmente será após a metade de 2015. Eu seguraria até o início de 2016 para aumentar a Fed Funds Rate", disse.

Evans, que não possui poder de voto nas decisões de política monetária deste ano, disse que as autoridades estão tentando fortalecer a mensagem de que farão o que for necessário para conseguir uma melhora substancial no mercado de trabalho. O presidente do Fed de Chicago afirmou que o banco central teria instituído taxas de juros negativas se pudesse, mas em vez disso utilizou medidas alternativas para que a economia dos EUA alcançasse os objetivos.

Ele também ressaltou que as condições climáticas mais severas do primeiro trimestre pressionarão o Produto Interno Bruto (PIB) para um crescimento de cerca de 2%, abaixo da referência de 3% para o restante do ano. Fonte: Market News International.

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