Evolução demonstrada em números
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Evolução demonstrada em números

Ao sintetizar as ações de ESG de uma empresa, o relatório de sustentabilidade ganha importância cada vez maior como fonte de informações dos consumidores e do mercado financeiro

KPMG, Estadão Blue Studio
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27 de junho de 2021 | 07h30

Apoiadora especial do Summit ESG Estadão, a KPMG apresentou durante o evento um novo estudo global sobre relatórios de sustentabilidade, ferramentas fundamentais para o acompanhamento das metas corporativas nos três pilares que compõem a sigla ESG – Ambiental, Social e Governança.

Com o título “Chegou a hora”, o relatório envolveu 5.200 empresas de 52 países – as 100 maiores, em receita, de cada país participante, incluindo o Brasil. Das empresas analisadas globalmente, 80% formulam relatórios anuais de sustentabilidade, índice que chegou a 85% entre as organizações brasileiras. Esse percentual sobe para 96% quando considerado apenas o grupo das 250 maiores companhias do mundo, do qual fazem parte quatro brasileiras. 

Além de proporcionar insights valiosos para lideranças das organizações, membros de conselhos e demais profissionais que têm a responsabilidade de lidar com esses temas nas companhias, o estudo apresenta parâmetros para que investidores, gestores de ativos e agências de classificação incorporem informações de sustentabilidade em suas avaliações de desempenho e risco corporativo.

O estudo evidencia, também, a evolução dos relatórios de sustentabilidade, que eram publicados por apenas 12% das empresas na primeira vez em que a KPMG realizou essa pesquisa, em 1993. A perspectiva para os próximos anos é de aprimoramento da qualidade, em resposta a uma série de iniciativas internacionais voltadas à convergência dos padrões desse tipo de relatório.

“O estudo mostra que o standard GRI segue sendo o mais utilizado em todos os setores e países entre as grandes empresas, estabelecendo-se, na prática, como a linguagem para comunicar a gestão ESG”, ressalta a sócia líder de ESG na KPMG do Brasil, Nelmara Arbex. “O que vem por aí deve ser a extensão da prática de publicação de relatórios para empresas de médio porte, buscando investidores, e para as empresas nas cadeias de fornecedores das grandes organizações.”

Do discurso à prática

Nelmara diz que o título do estudo, “Chegou a hora”, sintetiza a visão da KPMG de que estamos iniciando uma década essencial para que as empresas demonstrem seu comprometimento com a solução de questões críticas sociais e ambientais – e os relatórios de sustentabilidade são o principal veículo para que as empresas demonstrem suas ações, com dados, aos seus stakeholders. “O que temos que fazer já está bem compreendido. Agora as empresas precisam demonstrar ações práticas. Esta é a década do ‘vamos fazer’”, ela afirmou durante um dos painéis do Summit ESG Estadão, intitulado “A solução da desigualdade passa pela integração social”, que teve foco na letra S, o “Social” da sigla ESG.

Nelmara lembrou que a sustentabilidade deve ser vista pelas empresas como uma jornada – não importa o nível em que a organização se encontra, o importante é estabelecer um diagnóstico do estágio atual e definir metas e ações a partir disso. “A sociedade e os investidores têm, cada vez mais, a expectativa de que as empresas contribuam para a resolução de problemas complexos, como a desigualdade ou a gestão de resíduos aqui no Brasil”, ela ressaltou.

A sócia da KPMG lembrou que as exigências do mercado e da sociedade se impõem mais rapidamente do que as regulamentações. Assim, as organizações que se limitam às obrigações legais – ESG compliance – fatalmente ficarão para trás nesse processo. “Ainda é comum vermos nos relatórios de sustentabilidade a afirmação de que a empresa cumpre as leis. Isso é uma premissa. O que se espera de organizações é ir além disso, pois os desafios da realidade são mais abrangentes do que aquilo que está regulamentado”, avalia Nelmara.

A KPMG oferece o apoio necessário para que as empresas evoluam na jornada ESG. Saiba mais em kpmg.com.br/esg.

Retrato dos relatórios de sustentabilidade no Brasil*

  • 67% conectam as informações apresentadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs)
  • 72% utilizam normas de GRI (incluindo G4)
  • 73% incluem dados de redução das emissões de carbono
  • 78% seguem diretrizes ou padrões da bolsa de valores

*Considerando-se as 100 maiores empresas do País em receita. Fonte: Pesquisa da KPMG sobre Relatórios de Sustentabilidade 2020

 

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