Ex-BCs comentam política econômica do governo Dilma

O ‘Estado’ entrevistou seis ex-presidentes do Banco Central

31 Outubro 2012 | 18h56

'O câmbio hoje é tão fixo quanto na minha época'

O economista Gustavo Franco está convicto de que o Brasil abandonou o câmbio flutuante e adotou limites para a variação da moeda - um regime igual ao do seu período no governo. "É tal qual o que praticávamos na minha época. Com a vantagem de que, se der tudo errado, as autoridades não vão se sentir falhando em seus compromissos."

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'Os juros no Brasil estão exageradamente baixos'

Se a economia se recuperar, o Banco Central pode ser obrigado a subir os juros em 2013. Esse será o "teste definitivo" para apurar se o BC perdeu sua autonomia no governo Dilma Rousseff. A avaliação é de Carlos Geraldo Langoni, que comandou a autoridade monetária entre janeiro de 1980 e setembro de 1983, no mandato de João Baptista Figueiredo, o último governo militar. 

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'Estabelecer corte de juros como meta é equívoco de Dilma'

Gustavo Loyola acredita que é um "equívoco" a presidente Dilma estabelecer a queda dos juros com uma meta do seu mandato. Ele concorda que a taxa de juros do Brasil é uma "jabuticaba" que tem ser corrigida, mas não como uma meta da política monetária. "Se houver um constrangimento do Banco Central, o tiro pode sair pela culatra", disse.

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'É preciso dar um voto de confiança ao Banco Central´

O economista Ibrahim Eris afirma que é preciso "dar um voto de confiança" ao Banco Central do governo Dilma, que enfrenta uma situação externa "extremamente complexa" por causa da crise global. Ele vê com naturalidade a preocupação do BC com o crescimento da economia. "Nenhum Banco Central do mundo aceitaria uma profunda recessão para reduzir a inflação de 5% para 4,5%."

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'Dilma deu empurrão nos juros e bancos entenderam o recado'

Fernão Carlos Botelho Bracher está a favor da campanha da presidente Dilma Rousseff para reduzir os juros no País. "Precisava de alguém para dar esse empurrão. Ela deu esse empurrão com firmeza, mas dentro dos limites do entendimento", disse ao Estado. Para ele, os bancos estão se comportando como "bons cidadãos corporativos" e terão que ser "inventivos" para manter o lucro.

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Para ex-presidente do BC, governo erra ao limitar taxa de retorno em concessões

Um dos economistas mais respeitados do País, Affonso Celso Pastore tem coragem de dizer em público o que muitos comentam reservadamente. "Este governo, no fundo, não pode ver o setor privado ganhar (dinheiro)", disse. "Ideologicamente, lembra muito o Brizola", referindo-se a Leonel Brizola, fundador do PDT e uma liderança de esquerda, morto em 2004, considerado herdeiro político de Getúlio Vargas.

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