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Ex-diretor do FMI pede mais voz para emergentes

Rodrigo de Rato respondeu às críticas de Lula e elogiou atuação do Brasil pela reforma do Fundo

Nalu Fernandes, da Agência Estado,

18 de outubro de 2007 | 18h14

O espanhol Rodrigo de Rato, ex-dirigente do Fundo Monetário Internacional (FMI), afirmou nesta quinta-feira, 18, que dar mais voz aos países emergentes ajuda a lidar com a questão da reforma do FMI. Ele disse ainda que a atitude torna a instituição mais legítima. Sobre os anos em que esteve à frente do Fundo, Rato declarou que sempre teve relação "muito boa" com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O Brasil não é apenas membro muito importante do Fundo; ele também é muito ativo no front da reforma (da instituição), defendendo-a", afirmou.  Os comentários de Rato foram feitos em resposta às declarações do presidente brasileiro aos organismos multilaterais, durante viagem à África nesta semana. Ao ser questionado sobre as críticas de Lula em entrevista coletiva concedida na sede do FMI, em Washington, resumiu: "Não comento sobre declarações de outras pessoas".  Rato preferiu lembrar que teve um encontro com Lula em agosto deste ano, quando conversaram sobre a reforma do Fundo. Ele ainda agradeceu ao País pela abordagem ligada à questão e pelas colaborações com a vigilância do Fundo em relação a moedas.

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