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Ex-executivo do UBS é condenado em caso de evasão de US$200 mi

Bradley Birkenfeld, um importante informante do fisco norte-americano contra o banco suíço UBS, foi condenado a três anos e quatro meses de prisão nesta sexta-feira por um tribunal federal da Flórida.

REUTERS

21 de agosto de 2009 | 14h04

Birkenfeld, ex-executivo do UBS, foi condenado por conspiração para fraude ao ajudar um investidor norte-americano do setor imobiliário a criar empresas e entidades de fachada para esconder 200 milhões de dólares em ativos do Fisco dos EUA.

A sentença de 40 meses foi mais dura que a esperada. Promotores, citando a ampla cooperação de Birkenfeld no caso de sonegação contra o UBS, haviam pedido nesta semana que a sentença fosse reduzida para dois anos e meio de prisão, em vez dos cinco anos que ele poderia enfrentar.

Birkenfeld tem sido citado por entregar informações que alimentaram a investigação dos EUA sobre os negócios de private banking do UBS que envolvem norte-americanos abastados, que usaram suas contas na Suíça para esconder dinheiro e sonegar impostos.

A sentença de Birkenfeld foi proferida dois dias depois que autoridades dos Estados Unidos e da Suíça assinaram um pacto, no qual o país europeu aceitou revelar nomes de cerca de 4.450 clientes norte-americanos ricos do UBS para representantes do Fisco norte-americano.

Birkenfeld afirmou ser culpado em julho de 2008 de ajudar o empresário do setor imobiliário Igor Olenicoff a ocultar 200 milhões de dólares em ativos de autoridades fiscais norte-americanas.

(Por Tom Brown)

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