Executivo levou a TAM à Bolsa de Valores em 2005

O engenheiro Marco Antonio Bologna foi presidente da TAM Linhas Aéreas durante quase quatro anos e liderou a empresa em dois momentos decisivos. O primeiro foi a abertura de capital da companhia, em 2005. O segundo foi o acidente com um avião da empresa em Congonhas, em 2007, que causou a morte de quase 200 passageiros e aumentou as restrições para a operação no aeroporto. Ele teve de lidar com toda a crise de imagem que a companhia atravessou. Deixou o cargo poucos meses após o acidente, substituído por David Barioni - o processo de sucessão já estava em andamento antes do acidente.

, O Estado de S.Paulo

24 de julho de 2010 | 00h00

O executivo ainda manteve-se como conselheiro da TAM Empreendimentos e Participações, holding controladora da TAM Linhas Aéreas e pertencente à família Amaro. Longe das funções executivas na TAM, assumiu a diretoria geral da construtora W Torre, com o objetivo de abrir o capital da companhia. O projeto, porém, foi adiado e Bologna ficou apenas 10 meses no cargo.

Em março de 2009, ele voltou para a gestão da grupo TAM, dessa vez como presidente da TAM Aviação Executiva (agora, a função é ocupada pelo executivo Fernando Pinho).

Em julho, Bologna estreitou ainda mais a sua relação com a família Amaro ao tornar-se conselheiro da TAM Linhas Aéreas. Uma de suas principais tarefas era exatamente ajudar a transformar a TAM em uma corporação, com a criação de empresas independentes dentro do grupo.

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