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Executivo nega ter havido divergências

O ex-vice-presidente do Banco do Brasil Allan Simões Toledo rechaça a versão de que divergências com a direção do banco e com o Ministério da Fazenda levaram à sua saída da instituição. "Isso não existe. Todas as decisões do banco são colegiadas. Uma operação é proposta por uma área, passa por outra para avaliação e é concedida em uma seguinte", disse ao 'Estado'.

O Estado de S.Paulo

29 de dezembro de 2011 | 03h04

Toledo diz que sua saída tem motivação pessoal. "Tenho 44 anos, 30 no BB. Ao mesmo tempo, a economia brasileira está num momento muito bom. É um momento de vida nova, de renovação, novos saltos e planos."

O executivo também nega que poderia ter havido divergência em grande financiamento com empresa do setor de carnes.

Ao ser questionado sobre rumores de que eventual pressão política pode ter gerado sua saída, Toledo atribui os boatos a "interesses ocultos"."É o jogo do poder. Talvez alguém ganhe com isso. É a única leitura que faço até porque sou muito distante dessa história de política." / F.N.

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