Denis Balibouse/Reuters
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Executivos destacam discurso de Temer em Davos sobre a abertura da economia

Executivos do setor privado brasileiro dizem que o ponto alto do discurso do presidente foi o trecho em que ele enfatizou a abertura do País em um momento que cresce no mundo a corrente mais protecionista

Célia Froufe, enviada especial, Broadcast

24 de janeiro de 2018 | 10h06

DAVOS - Três executivos do setor privado brasileiro que assistiram à apresentação do presidente da República, Michel Temer, no Fórum Econômico Mundial, em Davos, avaliaram ao Estadão/Broadcast que o ponto alto do discurso foi o trecho em que ele enfatizou a abertura do País em um momento que cresce no mundo a corrente mais proecionista. "Acho que esta foi uma boa novidade", avaliou uma das fontes. "Ponto alto do discurso de Temer foi a parte da abertura", também observou outra fonte. Com uma terceira, enfatizando: "ele falou da abertura comercial".

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Temer salientou que, no mundo, ganham força tendências isolacionistas. "Sabemos, porém, que o protecionismo não é solução. Quando nos fechamos em nós mesmos, nos fechamos a novas tecnologias, a novas ideias, a novas possibilidades. Nos fechamos a soluções efetivas para problemas comuns. Nosso Governo tem atuado para integrar, cada vez mais, o Brasil à economia global", destacou.

Além disso, um dos três citou a importância que Temer deu também à relação entre a questão fiscal e a social. "É evidente que não se pode ajudar quem precisa quando não se tem condições", observou. O presidente disse hoje que o Brasil teve um déficit fiscal primário em 2017 "bem abaixo da meta, bem abaixo das expectativas". "E nossa responsabilidade, naturalmente, não é apenas fiscal: é também social. São duas faces de uma mesma moeda: sem responsabilidade fiscal, a responsabilidade social é mero discurso vazio", argumentou.

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"Apenas com as contas em ordem temos crescimento e empregos; apenas com as contas em ordem temos o espaço orçamentário para políticas sociais que são indispensáveis em um país ainda desigual como o nosso", acrescentou.

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