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Exigência de 50 aplicativos causou polêmica

O governo exige que, até 2014, todos os fabricantes de smartphones isentos de PIS/Cofins ofereçam 50 aplicativos desenvolvidos no País. O número assustou. Primeiro, porque as pesquisas mostram que os usuários se dedicam a apenas oito aplicativos, em média, e segundo porque existe uma aversão natural aos aparelhos que saem de fábrica já abarrotados de programas, com a memória ocupada.

O Estado de S.Paulo

15 de setembro de 2013 | 02h19

Mas a nova portaria do Ministério das Comunicações tornou flexível a oferta do aplicativo - eles podem ser embarcados, estar dentro de lojas de aplicativos ou serem sugeridos por meio de hiperlinks. De outro lado, há a discussão da preferência pelo conteúdo estrangeiro. Thiago Moreira, diretor de telecom da Nielsen, diz que a situação lembra a obrigatoriedade do conteúdo nacional na TV a cabo. "No começo, reclamam. Mas veja como cresceu a oferta de programas produzidos no Brasil e quantas empresas são beneficiadas com isso."

Num primeiro momento, o Ministério das Comunicações vai indicar apenas programas desenvolvidos pelo governo. Depois, fará um concurso para escolher projetos. Outra ideia é oferecer ao desenvolvedor um canal direto com a fabricante para submissão de propostas de aplicativos.

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