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Exportação brasileira de frango e suínos terá queda expressiva em 2006

A gripe aviária e a febre aftosa estão tornando 2006 o primeiro ano em que se verá uma queda expressiva das exportações de frango e de carne suína do Brasil, depois de mais de meia década de um aumento das vendas ao exterior. A avaliação é da consultoria européia Zentrale Markt und Preisberichtstelle (ZMP). Segundo os analistas da entidade, a queda nas vendas de frango ocorre mesmo sem que o País tenha sido alvo da gripe aviária. O problema, segundo os consultores, é que o temor de uma pandemia fez com que o mercado de frango diminuísse em todo o mundo em mais de 20%.Como resultado, a queda da participação brasileira no mercado internacional já teria sido de 10% nos primeiros seis meses do ano. Até o final do ano, a queda deve ser menor, mas 2006 terminará com uma redução de 6% do produto brasileiro nos mercados mundiais. Os consumidores asiáticos, do Oriente Médio e europeus foram os que mais retraíram suas compras de frango como alimento.Para outros países que também sofreram com a queda das exportações de frango, como os Estados Unidos, a solução foi a venda de carne suína para ocupar a parcela de mercado que era do frango. Mas, no caso do Brasil, o País não conseguiu seguir essa tendência. O motivo foi a febre aftosa que deverá fazer com que as exportações de carne suína tenham uma queda de 18% em 2006 em relação a 2005.

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