Exportação de suco de laranja cai 39,2% em fevereiro

As exportações brasileiras de suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ) somaram 91.026 toneladas em fevereiro deste ano e o total acumulado na safra 2005/2006, iniciada em julho, atingiu 897.780 toneladas. O volume exportado no mês passado é 39,23% menor do que o obtido em fevereiro de 2005, de 149.800 toneladas. Já o total exportado nos oito meses desta safra é 5,57% menor do que as 950.783 toneladas enviadas ao exterior no mesmo período da passada.Os dados são da Associação Brasileira dos Exportadores de Cítricos (Abecitrus), a partir de informações colhidas junto à Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria Comércio Exterior. Os destaques positivos de exportações da safra 2005/2006 seguem para a Ásia e os chamados outros mercados, formados principalmente por Oceania, Oriente Médio e Sudeste Asiático.ÁsiaCom a Ásia, de acordo com o levantamento, o crescimento nas exportações é de 29,06% em 2005/2006, em comparação à safra passada. O volume saltou de 87.887 toneladas para 113.427 toneladas. No entanto, o continente, que seguia desde novembro de 2005 como o segundo maior mercado para o suco brasileiro, voltou a perder o posto para o Nafta, mesmo com o desempenho ruim das vendas para o mercado da América do Norte.NaftaAs exportações para o Nafta movimentaram 117.688 toneladas de suco entre julho de 2005 e fevereiro de 2006, ante 145.058 toneladas em igual período em 2004/2005, queda de 18,86%. Exportações suco de laranja para outros países dispararam de 44.226 toneladas, na safra passada, para 80.326 toneladas até agora em 2005/2006, aumento de 81,62% se comparados os dois períodos. UEJá a União Européia (UE) segue como principal cliente do Brasil no setor, apesar da queda nas exportações na safra, com uma redução nos embarques de suco de laranja de 6,61% entre julho e fevereiro, ante o mesmo período de 2004/2005, de 627.037 toneladas para 585.562 toneladas.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.