Exportações agrícolas renderam US$ 4,9 bi em novembro

O Ministério da Agricultura informou hoje que as exportações de produtos agrícolas renderam US$ 4,9 bilhões no mês de novembro, crescimento de 12,4% em relação à receita cambial obtida com as vendas do agronegócio no mesmo mês de 2006. No acumulado do ano, o faturamento obtido com as vendas cresceu 18,76%, para US$ 53,7 bilhões. No período de 12 meses, de dezembro de 2006 a novembro de 2007, as vendas agrícolas renderam US$ 57,9 bilhões, 18,3% acima do valor correspondente ao período de dezembro de 2005 a novembro de 2006. As informações são da assessoria de imprensa da pasta. Carnes, cereais e preparações, complexo soja, fumo e suco de fruta foram os itens que mais contribuíram para o incremento das exportações em novembro. O aumento dos preços das carnes bovina, de frango e suína foi determinante para que essas exportações atingissem a marca de US$ 1,07 bilhão (18,8% maior que novembro de 2006), embora tenha reduzido o volume exportado de carne bovina (-2,13%) e de frango (-2,7%). Apenas a carne suína registrou alta tanto do preço (+13,1%), quanto na quantidade vendida (+1,97%). As exportações do complexo soja totalizaram US$ 633,3 milhões em novembro, 16,1% acima do valor exportado em igual período de 2006. Em novembro, as exportações do agronegócio para o Mercosul cresceram 35,2%, enquanto que, para a União Européia e para a Associação Latino-Americana de Integração (Aladi), o aumento foi de 27,4% e 34,5%, respectivamente. A União Européia continua sendo o principal bloco econômico importador do agronegócio brasileiro, com aumento de participação de 33,5% no mês de novembro de 2006 para 38,0%, em 2007.As importações em novembro cresceram 23,8% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando os US$ 809 milhões. Entre janeiro e novembro de 2007, os gastos com importações agrícolas somaram US$ 7,8 bilhões, aumento de 30,3%. Os principais produtos importados no período foram: trigo (US$ 1,26 bilhão, ou 16,1% do total importado); papel (US$ 987,8 milhões, ou 12,5%); borracha natural (US$ 448,6 milhões, ou 5,7 %); e malte (US$ 245,0 milhões, ou 3,1%).

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