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Exportadores argentinos querem ir à Justiça contra Brasil

Produtores de frutas frescas pretendem entrar com processo contra restrições comerciais

Marina Guimarães, Agência Estado

28 de outubro de 2009 | 17h45

Os produtores de frutas frescas de províncias exportadoras pretendem iniciar processos legais contra o Brasil. O governador de Mendoza, Celso Jaque (Partido Justicialista - PJ), assinou decreto para ativar ações judiciais de cobrança de pagamento dos prejuízos provocados pelas restrições comerciais que o governo brasileiro adotou no dia 14 de outubro para 15 alimentos argentinos.

 

Com a retirada desses produtos do sistema de licenciamento automático de importação, ficaram barrados na fronteira entre os dois países cerca de 400 caminhões carregados com frutas frescas. Contudo, ontem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou a liberação desses carregamentos, segundo informaram fontes do governo brasileiro à Agência Estado. "A decisão do presidente não implica um retrocesso do Brasil nas medidas restritivas contra a Argentina", explicou a fonte. Trata-se apenas, continuou, de uma exceção para que estes produtos não fiquem perdidos.

 

Pressionados pelas câmaras empresariais e produtores, os governadores de Rio Negro, Miguel Saiz (União Cívica Radical- UCR), e de San Juan, José Luis Gioja (PJ), também pretendem acionar a Justiça, segundo fontes oficiais. O mesmo caminho está sendo avaliado pelas Províncias de Neuquén e La Rioja. O cenário é de aprofundamento do conflito bilateral.

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