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Expropriação da YPF é ‘claramente ilegal’, diz Repsol

Em comunicado, companhia afirmou que está analisando ‘todas as medidas legais que pode tomar para preservar o valor de seus ativos e os interesses de seus acionistas’

Renan Carreira, da Agência Estado,

16 de abril de 2012 | 16h58

MADRI - A decisão da Argentina de assumir o controle da petrolífera YPF, controlada pela espanhola Repsol, foi "claramente ilegal e gravemente discriminatória", disse nesta segunda-feira, 16, a Repsol. Em um comunicado, a companhia afirmou que está atualmente analisando "todas as medidas legais que pode tomar para preservar o valor de seus ativos e os interesses de seus acionistas".

Mais cedo, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, disse que vai pedir ao Congresso a expropriação da YPF. Os acionistas da YPF esperam ser compensados com um valor a ser determinado por um tribunal federal.

A Repsol detém 57,4% da YPF. A companhia espanhola disse que a expropriação reduziria em € 1,85 bilhão (US$ 2,42 bilhões) a dívida da YPF no balanço da Repsol. Acrescentou que seu empréstimo ao Grupo Petersen, da Argentina, que detém uma participação na YPF, atualmente está em € 1,54 bilhão. As informações são da Dow Jones.

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