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Falha operacional interrompe operações em Refinaria

Com capacidade para processar 415 mil barris diários de petróleo, Refinaria de Paulínia (Replan) fica a 118 quilômetros da capital São Paulo

Denise Luna, O Estado de S.Paulo

02 de novembro de 2017 | 09h55

SÃO PAULO – A maior refinaria da Petrobrás, a Refinaria de Paulínia (Replan), está com suas operações paralisadas desde quarta-feira, 1º, após uma falha operacional obrigar a empresa a interromper o trabalho de todas as suas unidades de processo.

Segundo a Petrobrás, a falha fez com que o sistema de proteção da refinaria provocasse a variação da chama da tocha, fazendo com que uma imensa fumaça escura tomasse conta das imediações da unidade. A Replan fica a 118 quilômetros da capital São Paulo.

“A Petrobrás informa que na quarta-feira  houve uma falha operacional, já controlada, na Refinaria de Paulínia (Replan) localizada em Paulínia (SP), que levou à parada das unidades de processo, provocando corretamente a variação da chama da tocha, um dos sistemas de proteção e segurança da refinaria. Não houve danos às pessoas nem às instalações. A Replan está trabalhando para normalizar a situação”, informou a estatal em um comunicado solicitado pelo Broadcast. A refinaria continua parada neste feriado e não há estimativa de volta.

A Replan tem capacidade para processar 415 mil barris diários de petróleo , ou 20% de todo refino nacional. O petróleo utilizado é basicamente da bacia de Campos, um óleo mais pesado do que o encontrado no pré-sal da bacia de Santos. A unidade produz gasolina, óleo diesel, Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), óleo combustível, Querosene de Aviação (QAV) e vários produtos utilizados pela indústria petroquímica.

A Replan está interligada ao Terminal de São Sebastião, Terminal Guararema e Terminal de Barueri, além dos terminais das distribuidoras do Pool Paulínia, Terminal da Petrobras Distribuidora e Base da Liquigás para GLP.

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