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Farmacêutica Lilly cortará 30% de equipe de vendas nos EUA--jornal

A farmacêutica norte-americana Eli Lilly planeja demitir cerca de 1.000 representantes de vendas locais para reduzir custos diante de concorrência gerada por medicamentos genéricos, publicou o Wall Street Journal, citando uma pessoa familiar com o assunto.

Reuters

12 de abril de 2013 | 08h54

A reestruturação afetaria cerca de 30 por cento da força de trabalho na área de vendas da companhia norte-americana e inclui tanto funcionários contratados como terceirizados, informou o WSJ.

Ao final deste ano, o produto mais importante da Lilly atualmente, o antidepressivo Cymbalta, perderá a proteção de sua patente, enquanto fórmulas genéricas do medicamento para osteoporose Evista, que fatura 1 bilhão de dólares por ano, devem chegar ao mercado no início de 2014.

Controles de custo ajudaram a Lilly a superar as expectativas de Wall Street para o trimestre de outubro a dezembro, mas o lucro caiu pela competição com genéricos da droga para esquizofrenia Zyprexa.

Durante o trimestre, a farmacêutica com sede em Indianápolis assumiu encargos de 74,5 milhões de dólares em uma reestruturação global, que incluiu as demissões na área de vendas dos EUA, disse um porta-voz da empresa ao jornal. Naquela época, a companhia não especificou quantos funcionários perderiam seus empregos.

Em janeiro, a Lilly previu um amplo e agressivo controle de gastos para 2013.

As demissões e reorganização estão programas para serem completadas em julho, segundo o jornal.

A Lilly não pode ser imediatamente contatada para comentar o assunto fora do horário comercial dos EUA.

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