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Fechamento de montadoras eleva auxílio-desemprego nos EUA

Pedidos avançaram 32 mil e atingiram patamar de 637 mil na semana; analistas esperavam aumento para 610 mil

Lucia Mutikani, da Reuters,

14 de maio de 2009 | 10h15

O número de trabalhadores norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego subiu mais que o esperado na semana passada, mostraram dados do governo nesta quinta-feira, 14, pressionados pelo fechamento de fábricas de veículos após o pedido de concordata da Chrysler.

 

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Os pedidos iniciais pelo benefício avançaram 32 mil para o patamar ajustado sazonalmente de 637 mil na semana encerrada em 9 de maio, revertendo a tendência de redução das duas últimas semanas. Analistas consultados pela Reuters previam que os novos pedidos aumentassem para 610 mil.

O número de pessoas que permaneceram recebendo o benefício após a semana inicial saltou 202 mil para a máxima recorde de 6,56 milhões na semana encerrada em 2 de maio, de acordo com os dados mais recentes disponíveis, frente os 6,36 milhões da semana anterior.

Essa foi a 15ª semana seguida em que os pedidos contínuos renovaram o recorde, levando a taxa de desempregados segurados para 4,9%, maior desde dezembro de 1982, ante 4,8% na semana anterior.

A média quadrissemanal dos novos pedidos, considerada uma melhor referência por desconsiderar a volatilidade semanal, subiu 6 mil para 630.500 na semana terminada em 9 de maio, contra 624.500. Essa leitura tem caído por quatro semanas seguidas.

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