Fecomercio faz campanha para reduzir preços pós-CPMF

Para presidente da federação, consumidor já deve sentir a redução a partir de 2008

AE, Agencia Estado

20 de dezembro de 2007 | 12h38

A Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) lança nesta quinta-feira, 20, uma campanha de incentivo à redução dos preços praticados no setor de comércio e serviços. Tal redução será proporcional à diminuição de seus custos em virtude da suspensão da cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), a partir de 1º de janeiro. Em nota divulgada nesta quinta, o presidente da Fecomercio-SP, Abram Szajman, afirma que "a redução desse peso tributário deve ser sentida pelos consumidores como um elemento de demonstração de que a carga tributária no Brasil impede a prática de preços mais baixos por parte do comércio". A nota, no entanto, pondera que as cadeias produtivas têm processos diferentes e, portanto, o preço da CPMF em cada produto pode ser bastante distinto. "De qualquer forma, a partir de 2008, o alívio do tributo na cadeia produtiva (se não for substituído) pode chegar na ponta do varejo sob a forma de preços menores", diz a nota. A Fecomercio-SP é a segunda entidade de classe paulista a adotar essa posição. Na quarta-feira, 19, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, enviou comunicado recomendando às diversas cadeias produtivas da economia uma compensação pela "conquista da desoneração tributária".

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