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Fecomercio: mais de 60% compram produtos piratas em SP

Produtos mais comercializados são CDs de jogos, músicas e softwares, que correspondem a 61,5% das compras

Ana Luísa Westphalen, da Agência Estado,

20 de fevereiro de 2008 | 12h50

Mais de 60% dos paulistanos compram produtos piratas, segundo pesquisa realizada pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio). Os produtos mais comercializados são os CDs de jogos, músicas e softwares, que correspondem a 61,5% das compras, seguidos pelos aparelhos eletrônicos (13%), aparelhos de som e imagem (7,7%) e DVDs (7,1%).De acordo com a pesquisa, o principal motivo que leva as pessoas a optarem pelos produtos piratas é o preço mais baixo, apontado por 84% dos entrevistados; 15,3% dos consumidores afirmaram ainda que preferem o comércio ilegal por conta da comodidade, como o fácil acesso para adquiri-los (60% disseram compram produtos falsificados em camelôs e ambulantes e 40% nos shoppings informais). O gasto médio mensal com artigos pirateados varia entre R$ 10 e R$ 30 para 30% dos consumidores, enquanto 30% gastam menos de R$ 10 e 13,9% consomem entre R$ 30 e R$ 40.Segundo a Fecomercio, embora o consumo dos artigos falsificados seja grande, 28,9% dos consumidores têm consciência de que a pirataria prejudica os comerciantes, enquanto 26,1% apontam o governo como o maior prejudicado. De acordo com o Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNPC), o comércio de produtos resulta em perda de 2 milhões de empregados formais.

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