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Fecomércio quer redução de juros ao consumidor

O presidente da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (FecomércioSP), Abram Szajman, defendeu, por meio de nota, que o governo tenha iniciativas para diminuir o spread bancário ? diferença entre as taxas bancárias de captação e os juros nos empréstimos ?, uma vez que o Comitê de Política Monetária (Copom) julgou que ainda não há condições suficientemente boas para cortar a taxa referencial de juros, a Selic, hoje em 26,5% ao ano. "O que não conseguimos aceitar é que, apesar de a Selic estar em 26,5% ao ano, o que já é uma taxa alta, os juros para o consumidor cheguem a 240% ao ano. É uma distorção que só prejudica o comércio, principalmente o setor de bens duráveis, que mais depende de crédito", afirmou Szajman. Segundo a nota, a FecomercioSP espera que não se demore a iniciar a trajetória de queda da taxa básica de juros, antevendo-se o comprometimento das vendas do varejo no próximo ano, uma vez que a variação da Selic só chega na ponta do consumidor em média nove meses depois. A estimativa da entidade é de que o comércio crescerá, no máximo, 1% neste ano.

Agencia Estado,

21 de maio de 2003 | 15h28

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