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Fed: Ben Bernanke, mais realista que Alan Greenspan?

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Sonia Racy, sonia.racy@grupoestado.com.br, O Estadao de S.Paulo

07 de setembro de 2019 | 00h00

As ponderações do ex-Fed Alan Greenspan, nos últimos dias, abriram espaço para que a decisão do Fed sobre a taxa de juros americana, tomada ontem, fosse mais conservadora. Mas não: Ben Bernanke, dirigente do Fed, deu uma de Alan Greenspan quando este estava no cargo e ousou: cortou a taxa de juros nos EUA em meio ponto porcentual. Luiz Carlos Mendonça de Barros, da Quest, era, ontem pela manhã, um dos poucos que acreditavam que o Fed poderia fazer o que acabou fazendo logo mais à tarde, baseado na análise de um consultor americano que presta serviço para o fundo do qual é sócio. A decisão unânime contrariou a expectativa majoritária de corte de 0,25 ponto porcentual e acabou provocando uma reação de euforia dos mercados no momento seguinte ao anúncio.A crise está resolvida? ''''Ela começou a ser equacionada quando os bancos centrais da Europa e dos EUA mostraram que não vão deixar o mercado perder liquidez e racionalidade e hoje (ontem) o Fed deu mais um passo, inclusive, reduzindo também as taxas do redesconto'''', pondera Mendonça de Barros. No entanto, não se sabe até quando esta euforia vai durar. ''''A decisão do Fed de começar um afrouxamento monetário de maneira mais forte sinaliza que a recessão pode ser maior do que a que esta sendo prevista. Afinal, eles têm informações que os mercados não têm.'''' Os dados recentes mostram que a inflação está se acomodando e entrando em uma zona de conforto dos bancos centrais e ''''isso é importante porque permite a redução da taxa de juros''''. Mas não ameniza o quadro. Este movimento, segundo Mendonça de Barros, tem como objetivo uma reativação da economia e não a salvação do mercado.Mas de que tamanho pode ser essa recessão? ''''O terceiro trimestre já está relativamente dado, deve vir com algo entre 2% a 2,2% de crescimento da economia americana. Agora, o quarto trimestre do ano já deve vir com uma taxa de crescimento bem baixa, porque o impacto da crise imobiliária é real, se dá do lado do consumidor que representa 75% da economia americana. E você agregou agora, com essa crise financeira, uma restrição grande do lado da oferta do crédito que pega mais as empresas. O problema das hipotecas pega mais o consumidor.'''' Já o impacto do crédito, no seu ver, veio para ficar algum tempo, afetando muito as empresas.As autoridades monetárias vão tomar providências para que outra crise desse tipo não se repita? ''''Devem reformular a legislação, cobrindo brechas abertas, mas assim que uma nova legislação for montada e a economia voltar à normalidade, os mercados vão procurar processos novos, inéditos, que certamente gerarão novos problemas também inéditos. O homem é assim, e sempre vai ser assim...''''IMPRESSÃO DIGITAL As linhas de financiamento do BNDES, capitaneado por Luciano Coutinho, ligadas ao setor de transportes são destaque. Os recursos liberados para a compra de ônibus, de janeiro a agosto de 2007, aumentaram 78% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O mesmo porcentual dos desembolsos para caminhões. Também em ritmo chinês, crescem os recursos liberados para a compra de máquinas e equipamentos agrícolas, 62,1%.Essas cifras foram muito superiores à alta geral dos desembolsos do BNDES nos oito primeiros meses deste ano, que alcançou o número de 35,2%. Nada mal...NA FRENTENOVES FORAAntônio Carlos Porto, do UBS/Pactual, comemora.Nas 10 categorias analisadas anualmente pela Institutional Investor, o banco venceu 8 e tirou segundo lugar nas outras 2. ''''Prova de que a união UBS/Pactual funcionou'''', diz.SOMAA Safdié Private Banking (gestora de fortunas) planeja comprar ou incorporar outras casas financeiras independentes no País.A demanda vem do crescimento de sua plataforma local. Estão no radar da instituição, baseada em São Paulo, outros gestores de ativos, consultorias e multi family offices.UNIVERSIDADE CHINESAEmerson de Almeida, presidente da Fundação Dom Cabral, foi convidado para participar do conselho da Guanghua School of Management, escola de negócios chinesa da Peking University.Como membro, ajudará a instituição a criar uma escola de negócios global no país.RETRATO DO CEOPesquisa com 1.200 gestores e 46 presidentes das 500 maiores empresas do Brasil virou livro Executivos: sucesso e (in)felicidade, dos professores Betania Tanure (Fundação Dom Cabral/PUC-MG), Antônio Carvalho Neto (PUC-MG) e Juliana Andrade (Faculdade Pitágoras) a ser lançado hoje.Entre outras ele revela que as mulheres de 73% dos executivos não trabalham ou têm horários parciais e flexíveis de atividade profissional, aspecto considerado importante na modelagem da estrutura familiar e nos papéis desempenhados pelo casal.DE CHEIROGérard Delcour, CEO da Azzaro, virá ao Brasil no fim do mês para o lançamento de um novo perfume da marca, o Azzaro Now.Foco: jovens adultos.

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