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Federação de combustíveis chama governantes de malandros

Na defesa contra as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Federação Nacional do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis) culpa os governos estaduais e federal pela tímida queda no preço da gasolina. ?Os mais malandros são os governos estaduais e o próprio governo federal, porque os impostos correspondem a mais de 50% do preço da gasolina?, disse o vice-presidente da entidade, Aldo Guarda.Segundo ele, ?caindo 10% na refinaria, sem contar impostos, o preço nunca poderia cair mais de 5% nas bombas, já que metade dele refere-se a impostos que não foram reduzidos?. Guarda disse que a maioria dos estados só promoveu mudanças na tabela de recolhimento do ICMS no dia 15, duas semanas após a redução do preço nas refinarias. A queda do preço nas bombas, desde a redução promovida pela Petrobras, foi, em média, de 3,74%.Aldo Guarda alega que as margens de lucro dos postos caíram nas semanas após a redução dos preços. Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), houve uma queda de 2,36% na margem média de lucro dos revendedores. ?Então, não foram os malandros dos postos que não reduziram?, disse respondendo à acusação de Lula.?Se fizermos um campeonato de malandragem, quem vai estar na frente é a Petrobras?, avalia o consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE). ?A empresa disse que ia ter perdas, não baixou os preço e apareceu com um lucro extraordinário?, disse, referindo-se ao lucro recorde obtido pela estatal no primeiro trimestre, R$ 5,5 bilhões.

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