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Federação dos Combustíveis rebate acusação de Lula

A Federação Nacional de Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) divulgou nota oficial na noite desta segunda-feira contestando as acusações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que disse que o preço da gasolina nos postos não está caindo na mesma proporção registrada nas refinarias porque há "malandro que não deixa a redução chegar na bomba". "A Fecombustíveis repudia insinuações e adjetivos pejorativos contra os membros da revenda", diz a nota. Na opinião da Fecombustíveis, que representa o comércio varejista, "a revenda (onde se situam os postos) é injustamente responsabilizada por qualquer desequilíbrio do setor". Segundo a nota, a redução do preço da gasolina foi de 6,5%. "Como a gasolina vendida nas bombas ? gasolina C ? é composta em 80% pela gasolina produzida pela Petrobras ? gasolina A ? (os 20% restantes são álcool anidro misturado pelas distribuidoras) ,uma redução de 6,5% no preço da Petrobras significaria, no máximo, um repasse de 5,2% ao consumidor e não de 10%, como afirmou o presidente", afirma a nota.A federação culpou "a abertura desorganizada que abriu a porta para que falsos ´malandros´ adentrassem ao mercado, instalando distribuidoras sem a observância de requisitos mínimos, obtendo centenas de liminares para não pagar impostos, numa desordem nunca vista nesse mercado".

Agencia Estado,

26 de maio de 2003 | 19h36

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