Clayton de Souza/AE
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Fenabrave descarta queda nas vendas com alta do IPI para importados

Presidente da Federação Nacional de Distribuidores deVeículos Automotores (Febrave), Sergio Reze, diz que algumas marcas podem crescer menos que o previsto, mas sem queda significativa

Fernanda Guimarães, da Agência Estado,

24 de novembro de 2011 | 16h32

O presidente da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave), Sergio Reze, afirmou, hoje, que o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos importados, que começará a valer em dezembro, não deverá afetar de forma significativa a venda de veículos. "Talvez algumas marcas deixem de crescer o que projetaram, mas não se espera uma queda significativa", disse.

Em outubro, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a cobrança imediata do aumento do IPI para carros importados, instituído pelo Decreto Presidencial 7567, de 15 de setembro de 2011. Assim, a medida deverá valer apenas na metade de dezembro.

Reze destacou ainda que montadoras chinesas que seriam afetadas com esse aumento de imposto, como a Chery e JAC Motors, já anunciaram investimentos para fábricas no País e, ao assumirem compromissos com o governo, podem ficar de fora, em um primeiro momento, do aumento da cobrança.

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