Imagem Antônio Penteado Mendonça
Colunista
Antônio Penteado Mendonça
Conteúdo Exclusivo para Assinante

Férias de verão

Seguradoras oferecem ampla gama de garantias que se adequam às necessidades do cidadão nesse período quando, normalmente, ele relaxa, mas corre riscos

Antonio Penteado Mendonça *, O Estado de S.Paulo

25 Dezembro 2017 | 05h00

As férias de verão são o grande momento. Todos esperam ansiosamente pela sua chegada. Pela possibilidade de desligar os motores, viajar com a família, com os amigos, conhecer novos lugares, praticar novos esportes fora da rotina diária, etc.

É justamente aí que mora o perigo. Cada um dos movimentos para gozar as férias implica em riscos extra para o cotidiano do cidadão. Desligar os motores quer dizer relaxar, prestar menos atenção, ou seja, aumentar as chances de causar ou sofrer um acidente. De uma queda da escada a uma colisão de carro, as chances da ocorrência crescem em razão da diminuição do estado de alerta. E o quadro se agrava quando, junto com os motores desligados, vem uma cervejinha a mais ou uma batidinha para espantar os pesadelos de um ano difícil como foi 2017.

O descanso do guerreiro vai mais longe. A viagem para a praia tem engarrafamentos, motoristas imprudentes, motoristas mal preparados, motoristas sem habilitação. É a soma de fatores para que, sem qualquer interferência do cidadão, ele acabe vítima de um acidente que pode lhe custar caro, física e patrimonialmente.

A viagem tem outra consequência: a residência fica invariavelmente vazia porque todos saíram de férias. É a hora que os ladrões aproveitam para fazer uma visita e levar os objetos mais valiosos. Não precisa ser a geladeira, mas a TV de 55 polegadas pode ir embora, levada no banco de trás do carro estacionado na garagem, que, além de furtado, ainda serve de meio de transporte para os bandidos levarem o que pegaram na casa. 

E a regra vale também para empresas. Nos meses de verão, é comum um número maior de funcionários aproveitar o período para passar férias com a família, ou seja, diminui a força de trabalho, aumentando o acúmulo de serviço para os que ficam e, consequentemente, as chances de acontecerem mais acidentes e furtos e roubos, pela diminuição do número de pessoas trabalhando.

Mas não é aí que mora o maior risco de um acidente. A coisa complica mesmo quando o cidadão decide praticar um esporte que ele não está habituado. Para piorar, este esporte, nas férias, costuma ser algo mais radical, desde navegar numa “banana” puxada por uma lancha, até um rapel, descendo uma cachoeira pelo meio da queda d’água. No meio, vale paraquedismo, rafting, tirolesa, esqui aquático, escalada, motocross, bicicleta fora da estrada, skate, etc.

O importante é curtir as férias, fazer o que nunca fez antes e mostrar que sabe, que é tudo questão de jeito, que, com boa vontade, coragem e ajuda do anjo da guarda, se chega lá, sem nenhum arranhão. Quer dizer...às vezes.

Praticamente todas estas situações podem ser seguradas. As seguradoras e os corretores de seguros oferecem uma ampla gama de garantias que se adequam às necessidades do cidadão, com mais chances de uso nos meses de verão, ou melhor, nas férias de verão.

Os pacotes de seguros patrimoniais garantem a residência ou a empresa contra a maioria dos riscos que podem ameaçá-las. As apólices oferecem várias garantias, cabendo ao segurado escolher e contratar as que ele considera importantes para proteger seu patrimônio, em casa ou no trabalho.

Além das situações analisadas até aqui, uma boa parte dos riscos de origem climática pode ser coberta. As apólices oferecem proteção para chuvas fortes, vendaval, granizo, furacão, tornado, etc. Elas também indenizam os danos elétricos, perda de documentos, despesas fixas, alagamento e têm diversas outras coberturas, para não falar nas facilidades oferecidas pelos serviços de assistência, que atualmente são parte integrante de quase todos os seguros.

Também existe uma série de apólices para indenizar os danos corporais sofridos enquanto o cidadão pratica um esporte de risco, normalmente sem qualquer conhecimento dos requisitos mínimos para isso.

No caso de acidentes graves, os seguros de vida e acidentes pessoais são as medidas extremas. No meio, os planos de saúde privados cobrem as despesas médicas/hospitalares. E o seguro de perda de renda garante o dia a dia durante a recuperação. 

* ANTONIO PENTEADO MENDONÇA É SÓCIO DE PENTEADO MENDONÇA E CHAR ADVOCACIA E SECRETÁRIO GERAL DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.