FGTS: CNI e sindicalistas têm discordâncias

Na reunião ocorrida hoje pela manhã entre líderes sindicais com o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Eduardo Moreira Ferreira, na sede da entidade, em São Paulo. No encontro, Moreira Ferreira afirmou que não há consenso entre a classe empresarial sobre a elevação da multa de 40% para 50% para o pagamento da correção do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), referente às perdas decorrentes dos Planos Collor I e Verão. Segundo informou a Força Sindical, os empresários concordam que os trabalhadores com saldo de até R$ 1 mil devem ter prioridade no recebimento da correção e que o governo tem de arcar com parte do pagamento do expurgo. Moreira Ferreira disse que a proposta de aumento do recolhimento mensal das empresas de 8% para 9% ainda está sob análise. Além do presidente da CNI, estiveram presentes no encontro o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e o presidente da Central Geral dos Trabalhadores (CGT), João Felício. À tarde, os líderes reúnem-se com o ministro do Trabalho, Francisco Dornelles, para uma nova rodada de discussões.

Agencia Estado,

20 de março de 2001 | 20h01

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