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FGTS não será usado em ações da Petrobras, afirma relator

Parlamentares defendem preservação dos recursos do fundo para o financiamento habitacional

RENATO ANDRADE, Agencia Estado

28 de outubro de 2009 | 15h21

O deputado João Maia (PR-RN), relator do projeto de capitalização da Petrobras, informou nesta quarta-feira, 28, que desistiu de incluir em seu parecer a possibilidade de garantir aos acionistas minoritários da empresa o uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na subscrição de novas ações.

 

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Maia admitiu que a pressão do governo pesou em sua decisão, assim como os argumentos de parlamentares que defenderam a preservação dos recursos do FGTS para o financiamento habitacional. Em 2000, o governo Fernando Henrique Cardoso permitiu a criação de um fundo de investimentos para compra de ações da Petrobras com recursos do FGTS. Segundo Maia, as pessoas que entraram nesse fundo poderão acompanhar o aumento de capital da Petrobras utilizando outros recursos.

O relator apresentará nesta quarta-feira seu parecer em reunião da comissão especial da Câmara que trata da capitalização da Petrobras. É esperada a apresentação de um pedido de vista coletivo, o que adiará para a próxima semana a votação do parecer.

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